sábado, 22 de dezembro de 2007

Eu ainda tenho que...

• arrumar meu armário TODO (as quatro portas!)
• arrumar as matérias de 2007 da faculdade na sua respectiva caixa
• fazer meu quadro de visualizações para 2008 :D
• fazer uma limpa nas coisas que eu vou acumulando na minha escrivaninha, desde notinhas de lanche do Mc.Donald's até embalangem de Nhá Benta (yummy!)
• limpar minha caixa de e-mail TODA
• organizar totaaaal os membros do Street Team
• organizar minhas fotos no Multiply

Tudo isso para eu entrar com os dois pés direitos. Tudo em ordem, nada deixado para trás.

. x .

'BRIGADA pelos comentários no último post. Eu realmente estava precisando. Estou oficialmente de férias, no more exams, aulas extras ou tutoria. Tarefa cumprida, agora rumo ao último semestre :D

E hoje a noite tem: Encontro Anual de Família!

;*

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

:@!

(este post contém palavrões)

Caralho (ouch)! Eu frequentemente me sinto usada, fala sério. Por que eu não consigo dizer a porra (oops) de um NÃO? É tão simples! Tem sempre um preguiçoso, um burro-metido-a-esperto querendo tirar uma casquinha na minha.

Cansei!!!!!!!!! 2008 acaba essa palhaçada de ser otária, pode anotar aí.

"Aproveitem, mega liquidação de boa vontade, mas só até 31 de Dezembro. CORRAM!"


GAH!

sábado, 15 de dezembro de 2007

Por que será?

(baseado em fatos reais)

Tinha acabado de voltar do dermatologista, diagnosticada com séria alergia no couro cabeludo, resolvi passar no shopping e encontrar meus pais. Estava me sentindo mal, uma gripe que parece dengue, uma dengue que parece gripe, e já que estava sem disposição alguma para nada, meus pais + shopping seria a saída que eu havia encontrado para almoçar.

Rodei horas a fio aquele shopping, mais seguindo o fluxo imenso de pessoas que lotam os shoppings em época de Natal, do que realmente andando. Almocei, comprei até roupas para mim, mas tudo assim: cara de bunda, cabelo que mais parecia uma peruca de mal gosto, dores por todo o corpo, fungando brabo e me arrastando.

Para finalizar meu passeio, mamãe resolve passear no Carrefour. Claro, shopping sem Carrefour para ela não é shopping. Entramos e enchemos os braços de comida natalina, passas, castanhas, avelãs, sem contar as sacolas de lojas. E lá estou eu parada, corcunda, naquele look já citado acima, cheia de coisas nos braços na fila, esperando minha mãe voltar com os congelados. Nesse momento, fui mandada para dentro de um filme daqueles que você preferia não ter assistido. Pronto, foi o glacê que faltava para finalizar aquele bolo solado que foi o meu dia(ou pelo menos como eu estava me sentindo). He-who-must-not-be-named, passeando no Carrefour com sua nova namorada. NO CARREFOUR!!!!! Que lugar mais estranho de se encontrar. Foram segundos: eu vi, me viu, virei o rosto. Ri do meu destino, do meu filme. Foi o que me restou.

Toda vez que cruza meu caminho eu estou um lixo, me sentindo um lixo. SEMPRE, sem exceção. Por que nunca encontro com ele quando me sinto a última Coca-Cola do deserto? Por que nunca encontro com ele quando estou em my high heels, cabelo impecável e segurança 100%?

Explica.

Mas dessa vez teve menos efeito. Isso é bom.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

É possível?

Nem me inscrevi ainda e esses dias tenho ido dormir pensando se é possível fazer uma réplica em tamanho real dos meus pais para levar. Dobrável, sabe? Assim eu deixava elas no meu quarto, sempre sorrindo para mim, e cada vez que eu entrasse no quarto poderia colocar eles numa posição diferente, meio que interagindo comigo :D

Que tal?

Tipo, sempre quis ver o mundo, sair da concha, dar aquela sumida por um tempo e ver o que tem lá fora, fora do casulo, mas nunca tinha parado para pensar na falta que meus pais podem fazer. Acho que até das reclamações eu vou acabar sentindo falta.

Precoce, eu.

. x .


Acho que hoje eu perco uma amiga. É aniversário dela, mas eu provavelmente não vou. Quem manda escolher comemorar num lugar tão contra-mão sendo eu moradora do Rio de Janeiro, e pior, não-motorizada. Mas de qualquer maneira, quero que fique registrado aqui: Parabéns, Tamara! \o/


. x .


*Fechei Marketing Turístico(aquela!) com média 8,5 *dances*
**Segue a conversa que eu tive na última aula com o professor da prova de hj(última!):
- Professor, vou ter que fazer A3 da sua matéria. Pega leve, tá?
- Tá *udida. Odeio fazer prova de A3.
- Mas professor! O.O
- Azar o seu.


Então tá.

domingo, 9 de dezembro de 2007

Horas de experiência

Segundo a regra do programa, devemos ter pelo menos 200hs de experiência com criança para estar apta a ser uma Au Pair.

Beleza. Agora segue o meu raciocínio.

No Brasil, nós não temos o costume de "tomar conta" do filho do vizinho, temos? A não ser, claro, que esse filho seja um gato maior de 18 anos...mas isso não vem ao caso. O fato é que se você não é professora, trabalha em UTI neonatal, ou alguma coisa do gênero, você não tem essas 200hs mesmo. Na grande maioria dos casos, as interessadas são estudantes de cursos que nada tem a ver com criança, buscando uma vivência internacional, a fluência em um novo idioma e etc, etc.

Aí eu te pergunto: como é que eu, uma estudante de Turismo, vou conseguir essas horas?

Há opções, e a principal delas é o trabalho voluntário, seja ele em escolinhas, ONGs ou creches. Eu, por exemplo, terminei meu "estágio" na escolinha semana passada, com 270hs mais ou menos (foram 3 meses), mais umas 150hs da evangelização das crianças aos domingos e pára por aí. Faz as contas. Dá menos de 500hs. Cara, o que eu vejo de menina com 1.000, 2.000, TRÊS MIL horas, não tá no gibi. Tipo, entre uma au pair com 500hs e outra com 3.000, você vai ligar para quem? Claro que isso é muito relativo, but still...

Tô encucada, por mais que eu saiba que o que é meu tá guardado.

Me digam, quantas horas de experiência vocês tem?

***

Obrigada pelos comentários! Desculpa não estar comentando no blog de todo mundo, mas ainda estou em provas por pelo menos mais uma semana :/

domingo, 2 de dezembro de 2007

Acontecimentos bizarros da semana

Terça, prova de Marketing Turístico (momento bizarro nº1).

Cheguei na faculdade no melhor estilo Rambo de ser. Era só eu fechar os olhos que eu me via 30cm mais alta, musculosa, truculenta e com uma bela fita vermelha na cabeça. Mas a verdade é que estava desesperada. Não tinha estudado nadica de nada por um pouco de falta de tempo somado a um pouco de preguiça. Tinha ficado até as 3hs da madruga fazendo redações em espanhol para o dia seguinte, porque a prova de espanhol também era na terça, só que na parte da manhã. Conclusão, a hora da prova se aproximando e eu, para descontar a minha raiva, xingando mentalmente o maledeto do professor.

Entramos em sala, ele tinha feito mil tipos de prova para evitar a cola, o que não adiantou muito porque eu e uma amiga, sentadas lado a lado, acabamos fazendo a mesma prova. QUE CHATO! ;) Porém, eu muito medrosa, estava teeensa na minha cadeira, com medo do Sr. Professor passar do lado dela ou do meu e perceber esse pequeno detalhe o.o E claro, como estamos todos sob a Lei feeela da pouta de Murphy, ele veio passar do lado dela. Ele foi tranquilo, mas quando voltou...

Eu, quietinha, encarando a minha prova sem piscar, fingindo uma concentração absurda, sinto ele passar e de repente ele "toca" na minha lapiseira O.O Olho para ele e ele começou a fazer uns sinais estranho...e eu não entendendo na-da, até que ele desiste. Depois, pensando na cena, imaginei que ele poderia estar falando do meu cabelo. Dito e feito. Fui entregar a prova e segue a conversa:

"Você estava falando do cabelo?"
"É. Você cortou?"
"Cortei, cortei...quis mudar um pouco..."
"E não faz muito tempo, faz? Ficou, bom. Ficou ótimo. Ficou bem diferente. Gostei."


Tipo...total momento WTF, onde está a câmera. Eu falto mais aula que compareço, não fazia idéia de que esse homem sabia quem eu era, e mal sabe ele que eu cortei já tem um tempo, só que faz mais tempo ainda que não assisto as aulas dele :x

Nesse dia parece que eu estava atraindo todos os olhares, inclusive de homens tarados na rua :( (momento bizarro nº2) Foi nesse dia aí que o doido ficou me seguindo e eu tive que chamar meu pai pra me buscar. Não é a toa que às vezes eu prefiro ficar invisível...

Na sexta, me atrasei horrores para a prova de Ecologia fazendo as 7 da manhã as questões antecipadas da prova que a professora passou. NO DIA DA PROVA eu estava fazendo as questões, ninguém merece. Chegando as 10hs na faculdade quando a prova começava as 9:40, me encontrei com um outro grupo para a mesma prova que também estava atrasado. Uma das meninas estava contando como ela tinha acabado de perder o celular e o dinheiro pois o trem que ela estava descarrilou e pegou fogo! (momento bizarro º3) Ela, tentando ajudar uma senhora no chão, perdeu as coisas. Imagina em que estado ela não estava para fazer a prova. Não foi a toa que assim que ela sentou, ela começou a chorar com a professora(que por sinal é um amor de pessoa, e eu estou aqui quase mandando um e-mail para ela pedindo desculpas pelas besteiras que eu escrevi na prova dela. Péssima prova, péssima).

E essa foi parte da minha semana estafante, de muita leitura, muito estresse e acontecimentos inusitados.

. x .

Ontem foi o bota-fora do meu primo. Ele vai fazer Work & Travel e embarca terça-feira. Quando é que o meu bota-fora vai chegar, hein?

*sighs*

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Cansada

Tô cansada da falta de segurança dessa cidade jogada as traças. O Rio de Janeiro era muito bom em 1930, mas hoje é o retrato do descaso, e na minha sincera opinião, não tem mais jeito.

Ontem, voltando da faculdade, quase 23hs, depois de um dia cansativo, fui literalmente seguida e cercada por um muito mal intencionado indíviduo, cujo objetivo não parecia ser furtar apenas. Sorte minha que o mercado ainda estava aberto e eu consegui esperar pelo meu pai ali.

Tô cansada dessa cidade. Tô pegando HORROR a ela. Quero mudar para o interior, viver numa cidade onde todos conhecem todos, e mesmo todo mundo sabendo da sua vida, vc vive em paz. "Ah, mas em todo lugar acontece isso!". É, meu amigo, mas aqui no Rio a probabilidade é multiplicada por 10!


Taí uma coisa que eu não vou sentir saudade: o Rio de Janeiro.